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Porteiro mentiu sobre ida de suspeito à casa de Bolsonaro, afirma procuradora

Chefe do GAECO confirma que quem autoriza a entrada de Élcio Queiroz no condomínio do presidente é Ronnie Lessa

PorMichael Caceres

A procuradora do Ministério Público Federal, Simone Sibilio, chefe do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO), confirmou que o porteiro que envolveu o nome do presidente Jair Bolsonaro na morte da vereadora Marielle Franco mentiu em depoimento à Polícia Civil.

Simone esclareceu que a autorização para a entrada de Élcio Queiroz no Condomínio Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, foi dada por Ronnie Lessa, suspeito de ter feito os disparos.

A informação que tentava implicar o presidente da República havia sido divulgada no Jornal Nacional desta terça-feira (29), que teria tido como base depoimento de um porteiro do condomínio onde o presidente tem casa no Rio.

Segundo foi noticiado pelo jornal da Rede Globo, no dia do assassinato da vereadora Marielle Franco, o ex-policial militar Élcio Queiroz, suspeito de envolvimento na morte, disse na portaria do condomínio que iria à casa de Bolsonaro, na época deputado federal.

A procuradora afirmou que o porteiro pode ter se equivocado e reiterou que o depoimento dele não bate com a prova técnica, que comprovou que é a voz de Ronnie Lessa que autoriza a entrada de Élcio Queiroz às 17h07.

Além disso, o Ministério Público informou que o porteiro pode ter anotado que Élcio foi para a casa de Bolsonaro por vários motivos e que eles serão apurados. “Todas as pessoas que prestam falso testemunho podem ser processadas”, disse Sibilio.

www.gospelprime.com.br

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