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Murmuração: algo que pode limitar o poder de Deus nas nossas vidas!

Aprenda a ser grato pelo que você tem em suas mãos, caso contrário Deus não pode te acrescentar mais, pois serão mais coisas para você ficar reclamando.

FONTE: GUIAME, ADRIANE FERRETTI SALVITTI E RODRIGO SALVITTI

Em 1 Coríntios 10.9-11 o Apóstolo Paulo adverte o povo de Corinto referindo-se a passagem dos israelitas no deserto, que não repetisse os mesmos erros dos seus antepassados murmurando para que não fossem destruídos.

Quando relemos a passagem dos israelitas após sairem do Egito, e chegando no deserto, podemos ver este comportamento de murmuração se repetindo diversas vezes.

Em Êxodo 15.22-25, vemos os israelitas murmurando que a água era amarga, foi então que Deus manda Moisés jogar a vara na água e esta se torna doce. Logo após, em Êxodo 16.2-4, vemos o povo murmurando que seria melhor ter morrido no Egito pois lá havia pão e carne.

Se formos lendo toda a história do povo no deserto, podemos ver claramente a Mão de Deus provendo pão, carne, água da rocha, aquecendo do frio, refrescando no calor, literalmente uma sequência de milagres infindáveis, porém, mesmo assim, isso tudo não era suficiente para aquele povo viciado em murmurar e com a mente totalmente carnal.

Deus havia prometido ao Patriarca Abraão uma terra que ‘manava leite e mel’; após 430 anos de escravidão, os descendentes de Abraão não têm mais a mesma fé que seu pai, e não discernem mais as coisas espirituais, aquele povo não tinha a intimidade com Deus como Abraão tinha, por isso o deserto era necessário, para que o relacionamento entre os israelitas e o Eterno se estreitasse.

Mas aquele povo estava sempre tentando achar um culpado para os seus problemas, e consequentemente a culpa sempre era de Moisés, de Arão ou de Deus, eles preferiam ser escravos a ter que depender das provisões do Eterno.

Os israelitas não criam na promessa da Terra Prometida, eles não focavam suas visões na promessa de Deus, mas sim em suas necessidades carnais.

Assim como o Apóstolo Paulo falou aos coríntios, podemos trazer estas palavras para os dias atuais. Quantas  vezes temos reclamado com Deus? Murmuramos daquilo que oramos e ele nos dá, e agora a bênção se torna um peso. Censuramos os israelitas, mas muitas vezes fazemos até pior. Em Efésios 1.3 diz que Deus já nos abençoou com todas as bênções espirituais, a Bíblia é clara ao dizer que Deus tem prazer em nos abençoar, porém muitas vezes limitamos o poder de Deus em nós e através de nós pela falta de ƒé e murmuração.

murmuração é um pecado e Deus abomina o murmurador, tanto é que ele mandou serpentes venenosas para matar os murmuradores no deserto e morreram 23 mil pessoas devido ao pecado da murmuração. Mais de 1 milhão e meio de israelitas morreram e não puderam entrar na Terra Prometida devido à murmuração, uma viagem que duraria 11 dias a pé levou 40 anos! Apenas Josué e Calebe puderam contemplar a Terra Prometida.

Em Tiago 3.11-12 diz que da mesma fonte de água não pode jorrar água doce e água amarga. Portanto, se você começar seu dia orando e agradecendo a Deus pelas coisas boas da vida que você tem, agradecendo a Deus por quem ele é pra você, tendo atitudes de gratidão, é impossível que sobre espaço para você ficar murmurando da vida.

Aprenda a ser grato pelo que você tem em suas mãos, caso contrário Deus não pode te acrescentar mais, pois serão mais coisas para você ficar reclamando.

Não seja como os israelitas que pereceram no deserto e não alcançaram as promessas de Deus, faça como Josué e Calebe, que com a mente espiritual focaram nas promessas de Deus, dando graças em todas as coisas puderam conquistar a ‘Terra que mana leite e mel’.

Por Adriane Ferretti Salvitti, pastora da Igreja Apostólica Restaurando Nações – IARN Japão, palestrante nas áreas de saúde e espiritualidade fisioterapeuta e Health Coach e

Rodrigo Salvitti, pastor da Igreja Apostólica Restaurando Nações – IARN Japão, palestrante na aérea de espiritualidade e fisioterapeuta.

* O conteúdo do texto acima é de colaboração voluntária, seu teor é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

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